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  • Bacia de Barreirinhas

    Situada entre as cidades de São Luis (MA) e Parnaíba (PI), na Margem Equatorial Brasileira, a Bacia de Barreirinhas abrange uma área sedimentar de 54,7 mil quilômetros quadrados. Desse total, 45,8 mil quilômetros quadrados pertencem à área marítima, enquanto os 8,9 mil quilômetros quadrados restantes encontram-se na parte emersa da bacia.

    Após forte exploração nas décadas de 60, 70 e 80, houve, nos últimos anos, uma retomada das atividades na bacia, com a perfuração de poços em águas profundas e ultraprofundas.

    Segundo dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) de 2013, cerca de 30% dos poços perfurados na região apresentam indicações de petróleo e/ou gás natural. Também há três acumulações não comerciais em terra (São João, Espigão e Oeste de Canoas), com volumes de 3,5 milhões de barris de óleo leve e 509 milhões de m3 de gás natural, de acordo com o antigo operador da bacia.

    A Ouro Preto acredita que a Bacia de Barreirinhas possui, ainda, condições propícias para trapeamento de hidrocarbonetos devido às estruturas decorrentes de movimentos tensionais e compressionais e os reservatórios resultantes de movimentos gravitacionais ocorridos na área offshore da bacia.

    Em 2016, foi concluída a campanha de coleta de dados sísmicos 3D no bloco BAR-M-387.

  • Bacia do Parnaíba

    Com 100% de participação, a Ouro Preto possui sete blocos na bacia. Quatro deles foram adquiridos na 11ª Rodada de Licitações da ANP, sendo que três estão situados na borda sul-sudeste da bacia, no estado do Piauí, e um na porção centro-sul, no estado do Maranhão. Os três blocos restantes, também situados no estado do Maranhão, nas porções sul e centro-norte da bacia, foram arrematados na 13ª Rodada da ANP, realizada em outubro de 2015. Um deles também ocupa uma parte do estado do Tocantins. A vasta extensão ainda pouco explorada e os campos já descobertos na região norte da bacia conferem ao Parnaíba o status de fronteira exploratória com grandes possibilidades de apresentar um elevado potencial para a descoberta de acumulações de hidrocarbonetos.

    Recentes descobertas de novos campos de gás natural colocam a Bacia do Parnaíba como uma das maiores produtoras brasileiras, com possibilidade de utilização desse gás na geração termelétrica de energia. As descobertas ainda evidenciam a existência de sistemas petrolíferos ativos, com rochas geradoras, rotas de migração, reservatórios, trapeamento e timing adequados.

    Adicionalmente, levantamentos de novos dados sísmicos e geoquímicos apontam para a possibilidade de ocorrência de novas jazidas de gás, fator responsável pela inclusão da bacia no portfólio de empresas atuantes nos setores de petróleo e gás natural.

    Além da aquisição da sísmica 2D regional e de detalhe nos blocos arrematados na 11ª Rodada, foram coletadas amostras para análise de geoquímica de superfície em alta resolução; interpretação sísmica 2D com identificação de prospectos exploratórios; modelagem do sistema petrolífero e estudos de campo. Estão previstas para 2018 as primeiras perfurações de poços nos prospectos identificados.

  • Bacia do Recôncavo

    Localizada no estado da Bahia em uma área de 10,4 mil quilômetros quadrados, a bacia possui grande peso na história da exploração e produção de petróleo e gás natural, tendo em vista que a primeira descoberta de petróleo no Brasil ocorreu no Recôncavo baiano, mais precisamente na localidade de Lobato, região metropolitana de Salvador, em 1939. Após essa descoberta, o governo brasileiro criou o Conselho Nacional de Petróleo (CNP), que, em seguida, descobriu outros campos petrolíferos na região.

    Considerada uma bacia madura, devido à sua avançada fase exploratória, novos estudos geológicos e a aquisição de dados sísmicos com modernas ferramentas indicam que a Bacia do Recôncavo ainda apresenta um grande potencial remanescente para a descoberta de hidrocarbonetos. Tal avaliação é corroborada pela presença de fatores como rochas geradoras, condições estruturais e estratigráficas bastante favoráveis.

    Na 12ª Rodada de Licitações da ANP, a Ouro Preto adquiriu, em parceria com a Petrobras (40%), que opera os blocos, e a GDF Suez (25%), 35% de participação em cinco blocos localizados a sul-sudeste da área, região na qual há grande probabilidade de haver gás natural. A Companhia também possui 30% de participação em dois outros blocos situados a norte-noroeste, sendo 40% da Petrobras (operadora) e os 30% restantes da Cowan.

  • Bacia de Camamu

    Pinaúna

    O campo de Pinaúna, com uma área de 52 Km2, localizado nas águas rasas da bacia de Camamu-Almada, na costa sul da Bahia, passou a fazer parte do portfólio da Ouro Preto após a aquisição da EP Energy.

    Camarão

    O campo de Camarão foi incorporado ao portfólio da Ouro Preto após a aquisição da EP Energy. A área, localizada a 16 quilômetros ao norte do campo de Pinaúna é, atualmente, objeto de um processo de individualização da produção entre os consórcios BM-CAL4 (100% de participação da Ouro Preto) e B-CAM-40 (formado pelas empresas Petrobras, Queiroz Galvão Óleo e Gás, Geopark e Brasoil), uma vez que são blocos adjacentes. Como a descoberta tem reservatórios contíguos com concessões diferentes, a Lei do Petróleo exige a celebração de um acordo para a individualização da produção.

  • Bacia do Espírito Santo

    Camarupim

    Campo de gás e condensado, localizada a 40 km da costa, no sul da Bacia do estado do Espírito Santo, uma fatia de 24,3% do campo de Camarupim pertence à Ouro Preto. Já a Petrobras, além de operá-lo, é detentora da participação remanescente (75,7%). A jazida foi descoberta em junho de 2006 e o primeiro poço foi perfurado no mesmo ano com a descoberta de gás. Com a perfuração do segundo poço, em junho de 2007, no campo de Camarupim do Norte, foi confirmada a continuidade do reservatório portador de gás para a área, Este fato originou a declaração de comercialidade do bloco e a unitização dos campos de Camarupim e Camarupim Norte.

    As atividades no campo tiveram início em 2009. O gás e o condensado produzidos na região são vendidos para a Petrobras.

  • Bacia Potiguar

    Complexo De Pescada-Arabaiana

    A Ouro Preto detém 35% de participação nos campos de Pescada e Arabaiana, localizados a 30 quilômetros da costa do Estado do Rio Grande do Norte. Os 65% remanescentes pertencem à Petrobras, que também é a operadora dos campos. O campo de Pescada possui seis poços produtores de gás e condensado, enquanto que o segundo campo de Arabaiana tem produzido a partir de três poços em três reservatórios distintos.

    As instalações marítimas consistem em cinco plataformas conectadas a uma plataforma central, que exporta o gás para o Terminal de Guamaré, pertencente à Petrobras. O gás e o condensado do campo são vendidos para a Petrobras em contratos de longo prazo.